quarta-feira, 30 de novembro de 2016

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sábado, 17 de setembro de 2016

Recursos do Pronaf para criação de peixe é viabilizado com apoio da Agraer


28/08/2015 às 09:47
 
O recurso foi viabilizado graças a prestação de serviço da Agraer ao produtor rural, na elaboração de dois projetos de piscicultura.
Em Coronel Sapucaia, a diretoria da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) na busca por bons projetos de incentivo à produção do peixe conheceu o projeto de piscicultura, ainda em fase de implantação, da Estância Dois Irmãos.

Na cidade, o diretor-presidente da Agraer, Enelvo Felini, percorreu as instalações dos tanques da estância, acompanhado do proprietário José Benedito da Silva e o filho dele, Júlio Silva.

Orçado em R$ 82.500,00 o projeto conseguiu todo o montante através de recursos do Pronaf (Programa Nacional de Alimentação Familiar), da edição do Plano da Agricultura Familiar 2014/15.

O recurso foi viabilizado graças a prestação de serviço da Agraer ao produtor rural, na elaboração de dois projetos de piscicultura: um de construção de tanques, feito pelo servidor da Agência de Coronel Sapucaia (Ademar Santana Jr), e outro de dimensionamento dos tanques e licenciamento ambiental, elaborado pelo funcionário da unidade de Dourados (Carlos Diagoné).

O projeto prevê a construção de 15 tanques, sendo que dez já estão prontos. Assim que a obra for concluída, o produtor abastecerá os tanques, inicialmente, com peixes das espécies: tilápia e pacú.

Escritório da Agricultura Familiar

Ainda em Coronel Sapucaia, a equipe municipal da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) fez as honras da casa e recepcionou o diretor da instituição, Enelvo Felini, que visitou o escritório local com o intuito de estreitar os laços e conhecer de perto o andamento das atividades direcionadas ao desenvolvimento da agricultura familiar da cidade.
Fonte: Assessoria

Postado por: Carlos PAIM

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Caixa Alta

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sexta-feira, 13 de maio de 2016

BOM DIA MS

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Postado por: Ygor I. Mendes

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Chuva prejudica fornecimento de água e deixa alunos sem aulas


O fornecimento de água em Coronel Sapucaia, distante 400 km de Campo Grande, está prejudicado pois as chuvas constantes que atingem o município desde sexta-feira (6) levaram lama até a barragem da Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul). Alunos da zona rural estão sem aulas, pois não há como trafegar pelas estradas vicinais.
De acordo com o coordenador da Defesa Civil do município, José Ivo Samudio, o acesso à Colônia Brasil voltou a ser interrompido, pois a chuva intensa que caiu entre domingo e segunda-feira fez a correnteza das águas abrir a estrada e levar os tubos de concreto deixando uma enorme cratera nas proximidades da estação de tratamento de água da Sanesul.
"Temos dois poços artesianos no município, mas isso não atende a necessidade da população. Se parar de chover, acredito que a lama vai baixar na estação e até amanhã a distribuição de água pode voltar ao normal, se não, a previsão é de pelo menos quatro dias sem água".
O acesso à Colônia Brasil está em obras desde janeiro. Devido a problemas constantes que ocorrem no local, a administração municipal e a Agesul optaram pela instalação de aduelas de concreto em substituição ao tubos, porém a empresa Emmel Engenharia, contratada pelo Governo do Estado, não conseguiu concluir o trabalho de terraplanagem a tempo.
"Os alunos estão sem aulas desde segunda-feira (9) pois não há como transitar pelas estradas vicinais, só quando parar de chover, haverá previsão de retorno às aulas. Acredito que 80% do que foi feito devido aos estragos das chuvas em dezembro, foi tudo destruído, perdemos todas as obras e tubulações foram levadas", afirma.
No bairro Vila Nova, próxima da zona urbana da Coronel Sapucaia, as chuvas abriram uma cratera no meio da rua, dificultando a passagem de carros e o acesso dos moradores. 
Na sexta-feira (13) Nilceia Alves de Souza (PT) se reúne com o secretário de Estado de Infraestrutura Marcelo Miglioli para solicitar apoio do Governo do Estado.
Sanesul - De acordo com a assessoria da Sanesul, choveu 350 milímetros no município e isso prejudicou o tratamento de água. Os bairros Vila Nova, Nilvera e parte do centro da cidade estão sem água. 
Ainda segundo a assessoria, como parou de chover nesta quarta-feira (11), a estação está começando a tratar a água novamente para poder reabastecer a cidade, mas ainda não há previsão de quando volta a normalidade. A Sanesul está construindo uma nova estação de tratamento para resolver este tipo de problema.
 

Campo Grande News
Postado por: Ygor I. Mendes

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

MS é 1º estado com mais apoio às mulheres vítimas de violência

Estado é o 9º com o maior número de feminicídios.
Casa da Mulher Brasileira integrou atendimento às vítimas.

Do G1 MS

Mato Grosso do Sul é o estado com maior número de atendimento às mulheres que foram vítimas de violência em 2014, segundo o “Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil”, divulgado nesta segunda-feira (9) pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso).
Foram registrados 37,4 atendimentos por 10 mil habitantes. Cerca de 15,8 mil mulheres foram agredidas em 2013 por pessoas conhecidas, como pai, mãe, filho (a), cônjuge, namorado (a), amigo (a) ou vizinho (a).
O estado é o 9º com maior número de feminicídios, assassinatos cometidos contra mulheres. Em sete anos, o número de mortes aumentou 36,4%. Mas o número de mulheres mortas em casos de violência doméstica vem apresentando uma pequena queda nos últimos anos: foram 78 em 2011, 77 em 2012 e 75 em 2013.
Em Campo Grande, a taxa de homicídios ficou abaixo da média nacional, de 5,5 por 100 mil habitantes. A taxa da capital sul-mato-grossense foi de 5 para 100 mil habitantes em 2013.
Já em relação ao interior do estado, Tacuru, cidade na região sul, tem a maior taxa de feminicídios. Para cada 10 mil habitantes, o município tem uma taxa de 24. Na sequência, vem Coronel Sapucaia, com 19,6; e Paranhos, com 16,2.
Quanto à cor da pele, o assassinato de mulheres brancas caiu 31,3%: de 32 em 2003, caiu para 22 em 2013. Por outro lado, a morte de mulheres negras aumentou 48,1% no mesmo período: de 27 em 2003 saltou para 40 em 2013.
Características
Em âmbito nacional, um dado importante do estudo é o local do homicídio: 27,1% deles acontecem no domicílio da vítima, indicando a alta domesticidade dos assassinatos de mulheres. Outros 31,2% acontecem em via pública, e 25,2%, em estabelecimento de saúde.
Maria da Penha em solenidade em Campo Grande (Foto: Reprodução/TV Morena)Maria da Penha, que deu nome à lei contra
violência doméstica à mulher
(Foto: Reprodução/TV Morena)
Casa da Mulher Brasileira
Para frear os índices de feminicídios e violência contra mulheres, o governo federal lançou em 2013 o programa “Mulher, Viver sem Violência”. Um dos eixos do programa é implementação da Casa da Mulher Brasileira, uma estrutura que integra atendimento às vítimas da violência, desde o apoio psicossocial até o cuidado com as crianças.
Campo Grande foi a primeira capital do Brasil a contar com a estrutura. A presidente Dilma Rousseff (PT) inaugurou o prédio em fevereiro de 2015. O evento teve a presença da farmacêutica Maria da Penha Fernandes, personalidade que se tornou símbolo do combate à violência contra a mulher.
A casa tem gestão compartilhada entre União, estado e município. A gestão administrativa ficou a cargo da prefeitura e o objetivo é combater a violência e fazer de Mato Grosso do Sul uma referência do enfrentamento à violência no país.
O local é um espaço onde as mulheres sul mato-grossenses poderão receber atendimento humanizado e integrado, da Polícia Civil através da Delegacia Especializada em Atendimento às Mulheres (Deam), Juizado Criminal, Defensoria Pública e Promotoria de Justiça.
A Casa da Mulher Brasileira fica na rua Brasília, no Jardim Imá, perto do Aeroporto Internacional de Campo Grande. No local também ainda funciona uma brinquedoteca, para onde serão levadas crianças filhas das vítimas da violência doméstica, durante o tempo em que estiverem recebendo atendimento.

domingo, 6 de setembro de 2015

Ministério da Justiça autoriza envio da Força Nacional para MS

Alex Rodrigues
Da Agência Brasil
  • Valter Campanato/Agência Brasil
    21.mai.2015 - Um grupo de 53 indígenas do Mato Grosso do Sul protestam contra a revisão de terras que já estavam demarcadas 21.mai.2015 - Um grupo de 53 indígenas do Mato Grosso do Sul protestam contra a revisão de terras que já estavam demarcadas
A  pedido do governo do Mato Grosso do Sul, o Ministério da Justiça autorizou o envio da Força Nacional para a região de Mato Grosso do Sul, conhecida como Cone Sul do estado, próxima à fronteira com o Paraguai. Os militares atuarão em cidades como Amambaí, Aral Moreira e Coronel Sapucaia. Esta última foi palco do mais recente confronto entre índios e produtores rurais.
Nessa quarta-feira (24), um grupo de cerca de 30 fazendeiros, dispostos a retomar uma fazenda ocupada na segunda-feira (22), expulsaram cerca de 50 índios guarani e kaiowá que estavam acampados no local.
Segundo o ministério, parte do efetivo já foi deslocado para a região. O restante da tropa chegará no fim de semana. O foco da ação é ajudar, por tempo indeterminado, na "preservação da ordem pública, segurança das pessoas e do patrimônio, a fim de restabelecer a paz e a tranquilidade pública na região".
A operação já foi desenvolvida na região de Dourados, onde, desde 1º de julho de 2011, a Força Nacional apoia as forças locais no policiamento ostensivo, a fim de evitar conflitos entre indígenas e não índios. O efetivo deslocado para o Cone Sul não foi informado por questões de segurança.
O Ministério Público Federal (MPF) e o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (PT-RS), também já tinham recomendado que o Ministério da Justiça autorizasse o emprego da Força Nacional no Cone Sul. O procurador da República em Ponta Porã (MS), Ricardo Pael Ardenghi, está acompanhando a situação de perto desde a ocupação da Fazenda Madama, na segunda-feira. Já Pimenta, visitou a região ontem, após o confronto entre índios e produtores rurais.

Omissão do governo agrava tensão

Em nota divulgada hoje (26), pelo MPF, o procurador da República afirma que a omissão do governo federal em demarcar as terras indígenas contribuem para agravar o clima de tensão na região. "A situação indígena no estado é grave e tem sido negligenciada pelo Poder Público", afirma Ardenghi, na nota
"O processo demarcatório de áreas indígenas no estado, fruto de um Termo de Ajuste de Conduta [TAC] entre Funai e MPF, está paralisado desde meados de 2013, quando o ministério instaurou uma mesa de negociações. O processo não avançou na resolução de nenhuma das dezenas de áreas em disputa no estado, entre índios e fazendeiros, e ainda paralisou o estudo de identificação das demais áreas", diz o procurador, criticando a demora na autorização do emprego da Força Nacional.
Nesta terça-feira (23), o ministro da Justiça, José Eduardo Carzodo, negou que o Poder Executivo esteja negligenciando a obrigação constitucional de demarcar e reconhecer as terras indígenas. "Não paramos as demarcações", disse o ministro. "Ninguém está postergando nada. Estamos discutindo soluções. E, recentemente, o Supremo Tribunal Federal derrubou três portarias do ministério demarcando terras indígenas, justamente porque, na época, não foram feitas as devidas negociações. Radicalismo gera morte e conflitos. A mediação é o caminho", disse o ministro.
Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta, que visitou a área nesta quinta-feira (25), os indígenas são "vítimas de um processo moroso", que se arrasta há anos. "Morosidade e impunidade provocam maior instabilidade".
Segundo o parlamentar, o ataque do grupo de fazendeiros aos índios que ocuparam a Fazenda Madama interrompeu um processo de negociação conduzido pelo procurador Ricardo Pael. A versão foi confirmada à Agência Brasil pelo assessor de comunicação do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), sargento Júlio Cesar Teles Arguelho.
Na quarta, ao ser entrevistado pela Agência Brasil, o sargento explicou que os quatro policiais do DOF que estavam na fazenda, no momento em que os fazendeiros chegaram, estavam ajudando na retirada do gado e de pertences do proprietário da fazenda, conforme combinado na véspera com o dono da fazenda. Por volta do meio-dia, a guarnição foi surpreendida pela chegada de uma carreata com dezenas de veículos, um deles dirigido por um arrendatário de parte da área.
Tanto a nota do MPF, quanto o deputado, confirmam que os índios que tinham ocupado a Fazenda Madama. Eles estavam assustados e reclamavam do desaparecimento de uma mulher e duas crianças, de 11 e de 10 anos. No entanto, segundo Pimenta, a mulher e o menino de 11 anos já foram localizados.
As informações sobre a outra criança ainda são desencontradas. Os guaranis e kaiowás alegam que a Fazenda Madama está em uma área antes ocupada por seus antepassados e exigem do governo o reconhecimento de seu território.

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